23 de janeiro de 2011

O Último dos Presidenciáveis


General Galvão de Melo, um militar na política cujo carácter e amor a Portugal lhe valeram o respeito de apoiantes e adversários (com algumas aberrantes excepções, é certo). Surpreendeu-me ver o General, outrora candidato a Belém, no jantar dos Conjurados de 2002 em apoio a SAR o Duque de Bragança. Surpreendeu-me, dizia, mas pouco.

Terá sido, de facto, o último dos presidenciáveis.

(Também aqui)

4 comentários:

  1. Américo Duarte: "Eu só tenho a dizer que a fascistas não dou respostas nenhumas."

    Risos. Manifestações nas galerias.

    Galvão de Melo: "... Bem, eu posso deduzir que, uma vez que esse jornal é do dia 16, ele se refere exactamente ao feriado do dia 15, excelente dia para a gente se bronzear na piscina. (Risos) Mas está coro pouca sorte o jornal, está com pouca sorte o Sr. Deputado. É que no dia 15 eu estive no Norte do País, em Fermentelos, à caça aos patos."

    Risos. Pausa. Octávio Pato estava sentado na bancada do PCP.

    Galvão de Melo: "Eu confesso que cometi uma gaffe, sem querer, mas estive à caça aos patos, patos com asas, patos autênticos."

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  2. Muito bom :)
    Ainda tens aqui outra perola, que era suposto estar linkada no post mas num esta:

    http://jaquinzinhos.blogspot.com/2004/04/provocao-14-de-agosto-de-1975.html

    Gosto especialmente do fim:

    "Galvão de Melo acabou por pedir desculpa à Assembleia por ter abusado da paciência dos deputados."

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  3. Galvão de Melo: "O excesso de agressividade é sempre revelador de um sentimento de medo."
    Nem é preciso dizer mais nada!
    Devia estar ao pescoço de políticos,bullies e outros deste Mundo.

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