24 de maio de 2011

Uma vergonha nas "Monumentais" de Coimbra

Apesar de estar certo de que este crime passará impune, como se fosse algo completamente natural, aqui vai de minha justiça: REPUGNA-ME E M’ENOJA VER TAMANHA ALARVIDADE!

23 de maio de 2011

Ó pra eles a espumar de raiva

Foi esmagadora a maioria do Parlamento Húngaro que aprovou a sua nova Constituição, promulgada pelo Presidente Pál Schmitt a 25 de Abril deste ano.

Curiosamente houve quem começasse logo a panicar. A independência onusiana, incrédula, desatou a fazer perguntas e conferências de imprensa. Mas com cautela, pois o outro querido líder, Ban Ki Moon, não se pode dar ao luxo de aborrecer os credores generosos e de longa data. A Alemanha liberalóide queixa-se que as bases da política europeia foram abaladas. A sempr’isenta Human Rights Watch começa por atirar areia aos olhos de quem ainda tenha paciência para os ouvir através de um eloquente apelo à ilegalidade de uma não-questão, para depois discorrer numa vomitante apologia do direito ao aborto e dos LGBT. Até o BE ficou meio abananado.

Mas qual é, afinal, a razão de tanto medo?

Será o Preâmbulo? “Nós temos orgulho em que, há mil anos, o nosso Rei, Santo Estêvão, tenha fundado o Estado Hungaro em bases sólidas, e tenha feito do nosso país parte da Europa Cristã.”

Ou será o Artigo 2 que define o matrimónio como sendo a união entre um homem e uma mulher?

Ou será a sua referência, no mesmo Artigo 2, a que “A vida do feto será protegida desde a concepção”?

Será a cooperação social com as igrejas? “Para cumprir metas comunitárias, o Estado cooperará com as igrejas”.

Decerto não serão os inúmeros incentivos à família e à natalidade!


“Face ao projecto cultural da Europa, que em grande parte se funde num universalismo absracto e desenraizado, a Hungria escolheu reafirmar a sua identidade nacional” (imagem e tradução livre daqui, texto a que aconselho a leitura completa).

Faço minhas as palavras de Roger Kiska, do Centro Europeu para a Lei e Justiça: “Espero que a Hungria permaneça forte em suas convicções porque o que está em perigo, a vida e a família, é um preço alto demais para se pagar simplesmente para se aplacar os burocratas de Bruxelas”.

E acresento, se me permitem: espero que Portugal encontre força em suas convicções porque o que está em perigo, a vida e a família, é um preço alto demais para se pagar simplesmente para se aplacar os burocratas de Bruxelas.

17 de maio de 2011

Uma questão de Estratégia


Já estão enterrados até ao pescoço, os dois que eram tão amigos. É o Titanic a afundar ao vivo e em directo, e a inércia a bloquear a reacção. É uma tragédia a desenrolar-se em câmera lenta, uma bola de neve que s’engrandece lá de cima e se aproxima, pronta a destruir o que resta dest’aldeia. Todos a vêem mas o pânico de uns, a estupidez d’outros, um monstro invisível a todos impede de reagir. É evidente que estaremos muito em breve a dar cabeçadas na parede por tamanha estupidez e, no entanto, a locomotiva do apocalipse avança a todo o vapor. Não fosse tão catastrófico, seria até um curioso, quase merecido, toma-lá-que-é-para-não-seres-parvo, a ser estampado em cada fronte, em cada mão, “e haveria três anos e meio [mais meio ano, menos meio ano] de grande aflição”. Mas é demasiado catastrófico, demasiado ridículo, demasiado… Sequer considerar que a bela rosa possa de novo soprar a concha do poder.

Onde estão os tão-na-moda “profissionais de comunicação”? Onde está a estratégia de campanha? Será que o melhor que conseguem fazer é acusar o poder de comunicação do adversário de ser, no fundo, melhor que o vosso, enquanto se beliscam e puxam os cabelos um ao outro, numa bulha digna de… cabeleireiras?

O Samuel já disse quase tudo, quando perguntou como é que o Passos Coelho conseguiu a proeza de o PS ter ultrapassado o PSD nas intenções de voto. Quase tudo, dizia, pois parece-me que a medalha deverá ser também salpicada a azul e amarelo.

5 de maio de 2011

I don't know much about Cinco de Mayo



E se uma música não basta, aqui está um link para todos aqueles que sempre quiseram saber um pouco mais acerca do Cinco de Mayo.

Pelo Consenso Nacional?

Portas não aceita Sócrates, Sócrates não aceita Passos, Passos não aceita Portas.

Será que o Pedro está preparado para liderar os destinos do país numa coligação a quatro?