7 de dezembro de 2011

Sócrates é o espelho da centenária decadência

«A minha visão é que para países como Portugal e Espanha a ideia de que agora é preciso pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos países, pelo menos foi o que eu estudei em economia, são por definição eternas. As dívidas gerem-se, foi assim que eu estudei».

As dívidas não são eternas, eterno é Portugal. E Portugal, mais do que nunca, precisa de alguém que seja capaz de o representar em toda a sua dimensão.

Vocês, tumores da partidocracia, tudo quanto conseguem gerir é a vossa carreira. A gestão do país, como a gestão da dívida, estarão para sempre subjugados à gestão da vossa imagem e dos vossos caprichos; dos vossos delinquentes e criminosos programas mediático-políticos.

A leviandade com que você passou pela governação do meu país enoja-me. A falta de humildade para admitir o erro espelha bem a sua arrogância. A vaidade com que se congratula pelo que julga ter feito de positivo por Portugal, pela Europa, pelo Mundo e pela Humanidade envergonha-me. A incapacidade de arrependimento é aliás característica de um homem menor.

E você, Senhor ex-Primeiro-Ministro, é um miserável.

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