5 de abril de 2014

As Vacinas


As vacinas estão de novo na moda e volta a fazer-se ouvir a voz de especialistas de todo o mundo, com estudos e estatísticas e promoções de vacinas, novas e velhas, e artigos sobre o seu contributo infalível para fazer do mundo um doce paraíso, sem doenças nem pobreza, e eventualmente até sem guerras.

Bill Gates diz que os programas de vacinação - para os quais contribui biliões de dólares e que define como a sua maior prioridade - têm como objectivo a redução da mortalidade infantil e a redução do aumento populacional. Ora, é evidente que a redução da mortalidade não reduz o aumento populacional, pelo que, atendendo aos argumentos usados pelo rei dos filantropos, será difícil ver uma correlação entre este objectivo e os programas de vacinação.

E por falar em correlação, refira-se também que ela não é observável entre a não-vacinação e o aumento de casos de sarampo, este que é usado habitualmente como evidência prima facie da torpeza de quem ousa questionar estes programas. Tal ficou demonstrado nos Estados Unidos, onde em estados com maiores taxas de não-vacinação não foi observado um aumento de casos de sarampo, ao contrário do que sugere a propaganda. Por outro lado, verificou-se um aumento maior em estados onde existe maior número de pessoas que viajam para fora do país, como é o caso da Califórnia e de Nova Iorque. Ao mesmo tempo, olhando para o histórico da doença, pode ver-se que a taxa de incidência aumenta e diminui ciclicamente, tanto antes como depois da criação da vacina, e o maior número de casos de complicações está invariavelmente ligado a questões socio-económicas, onde uma alimentação deficitária e piores condições de resistência ao frio são factores primordiais.

Vem este texto a propósito de um artigo escrito pelo Daniel Oliveira. O tom alarmista, a vilanização de quem surge a questionar a vacinação, a propagação de uma visão quase apocalíptica de forma a criar nas pessoas um medo inconsciente, tudo isso dá a entender que se trata na verdade de um artigo encomendado, e que o DO se prestou a alugar o seu espaço de opinião àqueles que utilizam a propaganda baixa para fazer valer os seus interesses económicos.

As vacinas de facto movem muitos biliões e constituem hoje uma máquina poderosa que alimenta fortunas incalculáveis. Ao mesmo tempo, e desde há vários anos, têm sido canalizadas avultadas quantias para a investigação e desenvolvimento das vacinas, e os que mais têm feito pressão e investido neste campo são por um lado as grandes farmacêuticas, e por outro aqueles que admitem como prioridade fundamental o controlo populacional. Este e outros artigos que têm surgidos contra quem começa a questionar as vacinas são resposta histérica e desproporcional à realidade que relatam, e são sempre fundamentados em estudos e estatísticas feitas ou encomendadas pelas partes financeiramente interessadas na vacinação.

O interesse declarado no controlo populacional de quem financia as vacinas, e a propaganda apocalíptica que tem sido disseminada com maior intensidade nos últimos tempos sugere que uma nova vacina está prestes a ser lançada mundialmente, e que estamos na fase de preparação da opinião pública para a aceitação da obrigatoriedade da vacinação. Tal detalhe ficou aliás bem evidente no último artigo de DO:

«As vacinas são uma proteção coletiva, não individual. Elas garantem uma imunidade de grupo (ou "efeito de rebanho"). Quanto mais pessoas não forem vacinadas, maiores riscos de contração da doença existirão para todos, mesmo para aqueles que são vacinados. Se uma parte substancial da população deixar de se vacinar é toda a comunidade que perde a sua atual imunidade. Quando um pai decide que o seu filho não se vacina está a abrir uma brecha e pôr-nos a todos em perigo»

Cada vez nos impingem mais vacinas, químicos, pílulas, transgénicos e outras drogas através da sugestão e da desinformação. O próximo passo está anunciado e passará invariavelmente por aqui. O processo de marginalização está em curso, pelo que em breve será utilizada a coerção.